" Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim..." Nietzsche ( A Gaia Ciência )
terça-feira, 15 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
Tenho vontade imensa de apreender o indisível.
“Considero ignorante quem não ousa se aproximar das coisas absurdas, do
indizível. Durante toda a minha vida eu fui fascinada por esse lado do
invisível. Tenho vontade imensa de apreender o indisível.”
Hilda Hilst
Sou grata...
Sou grata...
Sou grata aos vendavais,
aos olhares amargos e palavras ásperas,
aos espinhos que já me fincaram a carne,
e ao solo duro sob meus pés.
Sou grata aos vendavais,
aos olhares amargos e palavras ásperas,
aos espinhos que já me fincaram a carne,
e ao solo duro sob meus pés.
Sou grata às dores que me rasgaram ao meio,
lapidaram a minha alma e descascaram minha essência,
despudorada de belezas e sutilezas.
A poesia dentro de mim ainda pulsa.
Sim, ela ainda respira!
Como uma fênix que ressurge das cinzas,
esse mito tão humano,
reflete sobre minha pele a vida,
no seu jeito misterioso e Divino de ser,
a poesia que me transborda dos poros.
Me ensinaram os vendavais a grandeza das brisas.
Aprendi a doçura dos olhos e das palavras.
Os espinhos me falaram sobre as flores.
Sim, ela ainda respira! A poesia dentro de mim.
Que do poema se faça luz,
que da dor se faça o parto,
dentro do peito e das vísceras,
nessa imensa brincadeira de roda,
que a alma viva sagrada.
Raquel Alves
lapidaram a minha alma e descascaram minha essência,
despudorada de belezas e sutilezas.
A poesia dentro de mim ainda pulsa.
Sim, ela ainda respira!
Como uma fênix que ressurge das cinzas,
esse mito tão humano,
reflete sobre minha pele a vida,
no seu jeito misterioso e Divino de ser,
a poesia que me transborda dos poros.
Me ensinaram os vendavais a grandeza das brisas.
Aprendi a doçura dos olhos e das palavras.
Os espinhos me falaram sobre as flores.
Sim, ela ainda respira! A poesia dentro de mim.
Que do poema se faça luz,
que da dor se faça o parto,
dentro do peito e das vísceras,
nessa imensa brincadeira de roda,
que a alma viva sagrada.
Raquel Alves
quinta-feira, 3 de março de 2016
Uma companhia sem palavras...
"Eu pedia às pessoas mais do que elas me podiam dar: uma amizade
contínua, uma emoção permanente. Hoje sei pedir-lhes menos do que podem
dar: uma companhia sem palavras". Rubem Alves
Em “pensamentos que penso quando não
estou pensando” - Página 47
estou pensando” - Página 47
terça-feira, 1 de março de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)




